terça-feira, 5 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Incoerências
A ideia passa-me mil vezes pela cabeça. Estar no escuro, no desconhecido, no proibido, no profundamente lamentável desejo.
O meu corpo estremece, as minhas pupilas dilatam, os sentidos escorrem como lava. A líbido quase rebenta. Vem do nada...depois desaparece. No caminho devasta milhas de certezas, hectares de momentos únicos, devasta campos que até então eram floridos, cheios de tulipas brancas.
As tulipas murcham, os campos tornam-se cinzentos. Os mares, outrora vistos com a inocência de quem vê, tornam-se turbulentos, ao serem sentidos sem qualquer tipo de ingenuidade.
A incoerência leva às maiores tempestades, e as piores são aquelas cujas réplicas, por pior que sejam, não nos impedem de arriscar.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A ténue luz do fim de tarde é
como um convite para que nos percamos, enquanto
os amoladores de facas descem a rua, olhando
o nosso corpo atravessar a estrada.
Perco-me por aqui porque sou como
uma photografia desfolhada do chão - rasgam-se-me as
pequenas partes, espalho-me em cores diversas
pela terra.
como um convite para que nos percamos, enquanto
os amoladores de facas descem a rua, olhando
o nosso corpo atravessar a estrada.
Perco-me por aqui porque sou como
uma photografia desfolhada do chão - rasgam-se-me as
pequenas partes, espalho-me em cores diversas
pela terra.
Sérgio Xarepe
domingo, 10 de outubro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Just wandering
I can do for you dear?
Is there anyone I can call?"
"No and thank you, please Madam
I ain't lost, just wandering”
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
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