quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Cores que se sentem
"As cores explodem. Continuam a explodir. Não param na escuridão de quem as pinta. Porque nascem na memória de um Homem com excesso de energia.(...) Guima é um turbilhão de onde as emoções viajam. Transporta consigo próprio a força de uma vida que se foi gastando à custa de tanto imaginar a realidade. Sente-se nele a certeza e angústia. Percebe-se a luta mesmo quando se pressente a derrota. Sempre na perspectiva de uma vitória sobre as limitações do Mundo ou do seu próprio corpo.(...) Guima é ausência de ódio. O Tolerante transeunte que todos gostamos de encontrar pelo menos uma vez na vida. O Homem que não se queixa das suas próprias dores mas da sociedade que não permite direitos iguais para todos."
Carlos Magno
Carlos Magno
Eu tive a honra de encontrar este "Tolerante transeunte" e admito que os breves momentos que conversei com Guima foram sublimes. Sem dúvida um pintor brilhante, com uma vida repleta de surpresas, umas agradáveis, outras nem tanto...mas Guima continua a admirar o Mundo e a pintar a vida como se de uma gigante tela se tratasse.
quarta-feira, 22 de junho de 2011

Não te interessa pensar
nem te interessa pensar porquê.
mas eu estive a pensar e não te interessa pensar em quê?
sentir, sem pensar no sentido
é como calar o que existe.
Esse lema é só um vestido
e é o mais leve que vestiste.
Não te interessa tentar
nem te interessa pensar o quê,
não te interessa espreitar a verdade
e no fim é ela que te vê.
Viver sem pensar no que perdes
é como perder o respeito,
o respeito é só um vestido
mas é com ele que eu me deito.
Não te interessa dizer
nem te interessa dizer porquê,
não te interessa mudar, se é mudar o que ninguém vê
perdeste sem qualquer sentido o que afinal não existe
mas teu caminho foi seguido
e o que é certo é que o seguiste.
Foge Foge Bandido
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Inequivocamente estamos a caminhar para o escuro.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Reckless abandon
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Mudam-se os tempos...
mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o Mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.
O tempo cobre o chão de verde manto,
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.
E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.
Luís Vaz de Camões.
terça-feira, 5 de abril de 2011
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